Sexta, 18 de maio de 2018 · 14:30 · 20 min
Precisamos falar de acessibilidade nos chatbots
Em 2017, nossa indústria ouviu falar muito sobre chatbots, especialmente porque foi considerado um tópico quente para a maioria das pessoas. Antes de chegar lá, ainda temos muito a aprender, principalmente quando se trata de acessibilidade. Por exemplo: o que acontece quando uma pessoa cega tenta usar seu chatbot?
Considerando que a maioria dos softwares raramente é projetada com as necessidades das pessoas com deficiência em mente, e que os chatbots podem ser considerados um software, gostaria de compartilhar algumas descobertas que fiz ao realizar uma pesquisa de UX e testes de usabilidade, e o porquê de devermos nos preocupar com esse problema.
Uma vez que estamos prestes a viver numa era exponencial, acredito que projetar produtos com falta de empatia, diversidade e, principalmente, de pessoas pode contribuir para criar “wicked problems” muito em breve. É por isso que precisamos falar sobre essas coisas agora, não depois.
Sobre Caio
Como Chatbot Advocate na Take, ajudo a Take e seus clientes a criar experiências através de chatbots, sendo um deles considerado um case global pelo Facebook. Também co-organizo e facilito ações para capacitar pessoas e empresas através de uma comunidade com mais de 7.500 pessoas interessadas em chatbots no Brasil.
