UXConf BR · 2015 → 2026

Onze anos plantando comunidade

A conferência de UX mais antiga do Brasil contada pelo que importa: as pessoas que subiram ao palco. Nove edições, um número que não para de germinar.

211
vozes diferentes no palco, somando 265 participações ao longo de nove edições.
A marca da casa

Quatro em cada cinco palestrantes vieram uma única vez

De 211 pessoas, 173 palestraram em apenas uma edição. Renovação não é acaso aqui, é identidade: a cada ano, o palco se reinventa em vez de repetir os nomes de sempre.

82% · uma edição 18% · duas ou mais
82%
caras novas
Quem esteve na plateia

Mais de três mil presenças em nove edições

Somando o público de todas as edições, entre quem encheu as cadeiras do teatro e quem acompanhou online nos anos de pandemia, a conferência reuniu uma comunidade que passa de três mil pessoas.

~3.330 participações ao longo dos anos, sendo cerca de 2.630 presenciais e 700 online.
2015150
2016300
2017500
2018500
2019500
2022430
2023450
2025500
Presencial Online

Números aproximados de público por edição. Em 2022 e 2023, no formato híbrido pós-pandemia, a maior parte acompanhou pela transmissão online. A edição de 2026 ainda não entra nesta conta.

A disputa pelo palco

Quase 1.500 propostas em busca de um lugar

Cada edição abre uma chamada de trabalhos, e a comunidade responde. Ao longo dos anos, foram 1.495 propostas de palestra submetidas. Conforme o evento cresceu, ficar no palco virou cada vez mais concorrido: hoje passa cerca de uma proposta em cada dez.

Propostas recebidas por edição

PERÍODO PANDEMIA ENCHENTE EMPORTO ALEGRE 32 71 124 226 289 287 133 155 178 201520162017 201820192022 202320252026

Palestras realizadas por edição

PERÍODO PANDEMIA ENCHENTE EMPORTO ALEGRE 11 34 46 42 41 26 24 22 19 201520162017 201820192022 202320252026

O número de palestras cresceu rápido até o pico de 46 em 2017 e depois encolheu de propósito. Das maratonas de três dias, o evento foi migrando para uma grade mais curada, no estilo TED de até 20 minutos: 19 palestras na edição de 2026. Menos no palco, mais escolhido a dedo. As propostas que aparecem em 2022 foram, na verdade, submetidas em 2020: a chamada aconteceu naquele ano, mas o evento só pôde acontecer em 2022, por causa da pandemia. A queda brusca em 2023 marca o período pós-pandemia, e o número vem voltando a crescer nos últimos anos.

Taxa de rejeição por edição (propostas que ficaram de fora)

PERÍODO PANDEMIA ENCHENTE EMPORTO ALEGRE 69% 57% 67% 83% 87% 92% 84% 87% 90% 201520162017 201820192022 202320252026

Cruzando as propostas recebidas com as palestras realizadas, e descontando que cerca de 10% das vagas vão para convidados e patrocinadores, chega-se à taxa de rejeição da chamada aberta: a fatia que ficou de fora. Como sobram menos espaços para quem submete via call for papers, ela só cresce: saltou de 57% em 2016 para a casa dos 85% a 90% nas edições recentes, com pico de 92% na chamada de 2020, adiada pela pandemia e realizada só em 2022. Hoje, mais de nove em cada dez propostas ficam de fora.

Sempre tem cara nova

A maioria do palco estreia a cada ano

Em quase toda edição, mais de dois terços das pessoas nunca tinham palestrado antes na UXConf BR. A renovação não é só do acervo total: acontece edição a edição.

2015
11 estreantes
100%
2016
29 estreantes
85%
2017
37 estreantes
80%
2018
34 estreantes
81%
2019
33 estreantes
80%
2022
18 estreantes
69%
2023
20 estreantes
83%
2025
15 estreantes
68%
2026
14 estreantes
74%
Estreantes na conferência Já tinham palestrado antes
Quem está no palco

Uma maioria que se construiu com o tempo

Considerando todas as participações nas nove edições, o palco da UXConf BR é hoje majoritariamente feminino. Mas nem sempre foi assim.

54%mulheres
54% mulheres· 144 46% homens· 121
Média das 9 edições
HOMENS MULHERES 50% 36%44%39%50%63%62%58%68%79% 201520162017201820192022202320252026
Mulheres Homens % = fatia de mulheres no ano

A faixa magenta é a fatia de mulheres no palco a cada ano, e a violeta, a de homens. Até 2017 o evento era majoritariamente masculino. A virada acontece em 2019, quando as mulheres passam a ser maioria e seguem assim em todas as edições seguintes, chegando a 79% na grade de 2026.

Estimativa feita a partir do primeiro nome de cada palestrante, não de autodeclaração. O método não captura pessoas trans ou não-binárias e tem margem de erro em nomes unissex.

Quem mais subiu ao palco

Os pilares de onze anos

No topo, um grupo que ajudou a construir o evento e segue voltando ao palco. Carolina Leslie isolada na liderança, com presença em cinco edições.

A recordista
Carolina Leslie16 · 18 · 19 · 25 · 26
Recordistas
Alessandra Nahra17 · 22 · 25 · 26 Franz Figueroa15 · 16 · 17 · 22 Willian Sertório15 · 16 · 17 · 19 Luciana Terceiro15 · 16 · 17 · 22
Veteranos
Ana Coli17 · 25 · 26 Érico Fileno15 · 17 · 19 Huxley Dias15 · 17 · 18 Robson Santos16 · 17 · 19 Thaís Falabella19 · 22 · 23 Thiago Hassu17 · 18 · 23 Elisa Volpato16 · 19 · 22 Carol Zatorre16 · 17 · 19 Luis Felipe Fernandes15 · 16 · 18
Voltaram ao palco
Caio CaladoCláudia SciréDenise PilarDiogo Cosentino Erika CamposGiselle Rossi Glauber LaenderGustavo Oliveirah.d.mabuse Júlia GhisiLetícia PiresLucia Spier Marcelo SalesMarcon Zanin Marcos SouzaMelissa StreckNatália ArsandPaulo Caroli Priscilla AlbuquerqueRafael BrandãoRafael Burity Rodrigo SouzaSol MeszTalita Pagani Viviane Delvequio
Para guardar

Três coisas que os números contam

Uma troca de elenco no meio do caminho

Os recordistas se dividem em duas eras: a geração que fundou o evento (2015 a 2019) e a fase recente, em que Carolina Leslie e Alessandra Nahra puxam a recorrência até a grade de 2026.

Sotaque latino-americano

Em doses pequenas e constantes, o palco recebeu vozes do Chile, da Argentina e do Uruguai, e um keynote dos Estados Unidos. Evento brasileiro, alcance continental.

Menos palestras, mais curadoria

A queda no número de palestrantes depois de 2019 não é encolhimento. É a escolha pelo formato enxuto, que troca quantidade por foco e profundidade.

A trilha sonora

O som que embala a conferência

Toda edição da UXConf BR tem uma playlist oficial, montada a cada ano por Pedro Belleza. Não é trilha de fundo aleatória: é curadoria, parte da experiência que o evento entrega.

A identidade sonora é clara: somos essencialmente eletrônicos e dançantes. Ao longo de doze edições, as faixas mantêm muita dançabilidade e energia, no ponto certo para deixar o ambiente vivo sem virar pista de balada.

0.69
Dançabilidade
0.72
Energia
0.50
Positividade
120 bpm
Andamento médio

Os gêneros que mais aparecem

Eletrônica e house385
Pop e nova MPB brasileira110
Funk, reggaeton e latino66
Indie e alternativo48
Hip hop e rap38

Famílias agrupadas a partir de 228 subgêneros marcados pelo Spotify. A faixa brasileira é a vertente moderna (Duda Beat, Anitta, Liniker e afins), toda com produção e batida eletrônica, não a MPB tradicional.

A escolha tem intenção: faixas energéticas, que mantêm as pessoas despertas ao longo de dois dias intensos. E sempre recentes, a idade média das faixas é de apenas dois anos.

Na prática, dominam o house melódico, o deep house e a eletrônica de pista, com espaço para o pop e a nova música brasileira na mesma pegada dançante.

Os artistas da casa

RÜFÜS DU SOL10 faixas
Charli xcx9 faixas
Nu Aspect9 faixas
  1. Alok8 faixas
  2. Bob Moses8 faixas
  3. Elderbrook8 faixas
  4. Vintage Culture8 faixas
  5. Anitta7 faixas
  6. Ariana Grande7 faixas
  7. Capital Cities7 faixas
  8. Duda Beat7 faixas

Ranking por faixas somadas em todas as playlists. Vintage Culture é quem aparece em mais edições diferentes: seis.

Ouvir as playlists oficiais →

819
faixas em 12 playlists
527
artistas únicos
~48 h
de música no total
2 anos
idade média das faixas
2020-21
playlists mesmo sem evento

Faixas por playlist

2772778193492437915590123 201520162017201820192020202120222023202420252026

Horas de música por playlist

2,0h4,5h4,7h4,9h5,5h2,7h1,3h2,4h4,7h3,1h5,1h6,9h 201520162017201820192020202120222023202420252026

Dados levantados a partir do arquivo de edições da UXConf BR: oito edições realizadas entre 2015 e 2025, mais a grade de 2026, sujeita a alteração. Palestras, workshops e painéis somados; mediações e aberturas da organização não entram na contagem. Última atualização: 29 de junho de 2026.